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DESEMPREGO RECUA
A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) recuou para 4,7% em dezembro de 2011, após ficar em 5,2% em novembro, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (26). Essa taxa é a menor para o mês de dezembro e também a menor de toda a série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) iniciada em março de 2002, segundo o instituto. Em dezembro de 2010, o indicador havia ficado em 5,3%.

FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO
O financiamento para aquisição e construção de imóveis com recursos da poupança cresceu 42% em 2011, registrando um novo recorde histórico. Os dados são da Associação Brasileira das Entidades de Crédito e Poupança (Abecip). Foram concedidos R$ 79,9 bilhões em empréstimos para a construção e compra de imóveis no ano passado, R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010. Em unidades, foram financiadas 493 mil em todo o ano passado, alta de 17% sobre 2010. Em 2009, foram 303 mil.

GANHANDO MENOS
A renda do trabalhador brasileiro melhorou em 2011, mas as disparidades nos ganhos ainda persistem. As mulheres ganharam, em média, 28% a menos do que os homens em 2011, segundo o gerente da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) Cimar Azeredo. No ano passado, em média, as mulheres ganharam R$ 1.343,81 contra R$ 1.857,64 dos homens, segundo reportagem do Estadao.

MENOS INFRAESTRUTURA
Uma pena, apesar da falta de investimentos em infraestrutura do país, apesar dos problemas dos aeroportos, rodovias e ferrovias, mesmo assim parece que os investimentos em infraestrutura que já são pequenos vão diminuir. O BNDES deve emprestar menos ao setor de grandes obras de infraestrutura em 2012, segundo previsão da instituição obtida pela Folha. A cifra estimada para este ano é de R$ 50,3 bilhões. Se ela se confirmar, será 10,3% menor do que os R$ 56,1 bilhões desembolsados pelo banco de fomento em 2011.

JUROS BAIXOS
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central informou nesta quinta-feira (26), por meio da ata de sua última reunião, quando a taxa básica de juros da economia brasileira recuou de 11% para 10,5% ao ano no quarto corte consecutivo, que vê “elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla a taxa Selic se deslocando para patamares de um dígito”, ou seja, abaixo de 10% ao ano. Assim esperamos, pois com juros baixos temos mais chances de crescimento e investimentos no país.

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